As facetas de “dom” Diego Armando Maradona estão sendo reveladas aos poucos. Da tão imaculada imagem de Deus para os argentinos até ao ódio dos hermanos.
Nunca o amor dos torcedores com Maradona foi tão contestado e esteve tão perto de um fim. Nem quando o ídolo esteve à beira da morte por uso de drogas, tampouco quando o governo italiano declarou sua sonegação da época de jogador.
Mas basta mexer no segundo amor que ele ganhou uma desconfiança tão grande, na qual ele jamais imaginou. Quando aceitou dirigir a renomada seleção argentina, Maradona tinha tudo para ser um sucesso e aumentar ainda mais a devoção dos seus súditos, mas ele caiu na falta de experiência.
O que era para ser uma disputa para terminar na frente do Brasil, se tornou numa incrível disputa para conseguir a quarta vaga para o Mundial da África do Sul. Foram convocados 79 jogadores e até hoje a Argentina não tem um esquema definido, não tem sequer os titulares definidos.
O famoso “toque y me voy” que consagrou muitas seleções, mal funciona com a seleção de “Dios”.
Mas por outro lado Dieguito conseguiu algo raro no atual momento. Ele uniu o grupo e, mesmo sem nenhum padrão tático, fez os jogadores acreditarem até o fim e imaginar que a Argentina novamente vai a Copa.
Para quem o via na beirada do campo apenas olhando o jogo, imaginava que ao contrario do que todos imaginavam seria um treinador frio e calculista, muito pelo contrario, ontem, após o gol de Palerma, Maradona foi à loucura e se jogou no gramado alagado do Monumental.
Se a Argentina vai ou não a Copa de 2010, quarta feira descobriremos, mas caso realmente ele for provavelmente veremos outra faceta do eterno camisa 10 albiceleste, a faceta de um desistente. Tudo conspira para a saída para evitar um maior desgaste da sua tão machucada imagem nessa breve passagem pelo comando.
Bismarck
Incrivel como ate o maior dos amores por um jogador se abalda quando se e tecnico. Certo e o Zico que nao treina o Flamengo em nome dos velhos tempos!!!
ResponderExcluirParabens rapaz!